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Guia do ano escolar
Matemática no 2º ano: o que seu filho aprende (7 a 8 anos)
O 2º ano do Ensino Fundamental é o ano das crianças de 7 a 8 anos: em 2026, estão nele as nascidas entre abril de 2018 e março de 2019. É o último dos dois anos que a BNCC dedica, antes de tudo, à alfabetização, e a matemática também dá um salto: os números vão até 1.000, chegam as centenas, a multiplicação aparece como soma de parcelas iguais e as crianças começam a medir com régua, a usar o relógio digital e a trocar moedas por cédulas.
O que as crianças estão aprendendo no 2º ano
No 1º ano, os números iam até 100, com dezenas e unidades. Agora entra uma terceira ordem, a centena: 243 são 2 centenas, 4 dezenas e 3 unidades, ou seja, 200 + 40 + 3. A professora costuma trabalhar isso com o material dourado (o cubinho vale 1, a barra vale 10 e a placa vale 100) e com o quadro de ordens, aquele quadro com as colunas C, D e U. Entender quanto vale cada algarismo, conforme o lugar em que ele está, é o que vai sustentar todas as contas dos próximos anos.
A outra grande novidade é a multiplicação. Ela chega como um jeito rápido de somar parcelas iguais: em vez de 5 + 5 + 5, a criança aprende a escrever 3 × 5 = 15. Junto vêm o dobro, a metade, o triplo e a terça parte. E, como o 2º ano ainda é ano de alfabetização, ler e entender o enunciado faz parte da aula de matemática: muitas vezes, o que parece dificuldade na conta é dificuldade em entender o que o problema pede.
O que a BNCC prevê para o 2º ano
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define as habilidades de matemática ano a ano. Para o 2º ano são 23, de EF02MA01 a EF02MA23, organizadas em cinco unidades temáticas: Números, Álgebra, Geometria, Grandezas e medidas, e Probabilidade e estatística. A partir da BNCC, cada estado e cada município tem o seu currículo, e cada escola faz o seu planejamento, por isso a ordem dos conteúdos muda de uma escola para outra. Veja abaixo o que se costuma trabalhar, tema a tema; se o livro do seu filho seguir outra ordem, vale o que a escola combinou.
Números e valor posicional
- Ler, escrever, comparar e ordenar números até a ordem das centenas, com algarismos e por extenso: 408 se escreve “quatrocentos e oito”.
- Entender o papel do zero: em 305, o 0 mostra que não há nenhuma dezena, e é por isso que 305 é bem diferente de 35.
- Comparar com os sinais > (maior que) e < (menor que): 452 > 425, porque os dois números têm 4 centenas, mas 452 tem 5 dezenas e 425 tem só 2.
- Estimar e contar coleções de até 1.000 objetos, agrupando de 10 em 10 e de 100 em 100, e comparar quantidades: qual tem mais, qual tem menos ou se as duas têm a mesma quantidade.
- Compor e decompor números de até três ordens: 347 = 300 + 40 + 7, mas também 347 = 34 dezenas e 7 unidades.
- Em muitas escolas, antecessor e sucessor (o sucessor de 399 é 400, e o antecessor de 510 é 509) e números pares e ímpares.
Adição e subtração
- Os fatos básicos da adição e da subtração, as continhas com números pequenos que a criança vai usar em todas as outras: 8 + 7 = 15, então 15 − 7 = 8 e 15 − 8 = 7. A meta é chegar ao resultado sem contar nos dedos.
- Usar os fatos básicos com dezenas e centenas exatas: se 6 + 3 = 9, então 60 + 30 = 90 e 600 + 300 = 900.
- Resolver e criar problemas de adição e de subtração com números de até três ordens, com as ideias de juntar, acrescentar, separar e retirar.
- Calcular com estratégias próprias, por exemplo decompondo os números: 245 + 132 = 200 + 100 + 40 + 30 + 5 + 2 = 377.
A conta armada costuma começar sem troca (245 + 132, coluna por coluna) e, em muitas escolas, ainda no 2º ano, ganha o “vai um”. Em 158 + 136: 8 mais 6 é 14, fica 4 e vai um; 5 mais 3 é 8, mais 1 é 9; 1 mais 1 é 2. Resultado: 294. Algumas turmas também já fazem a subtração com “empresta um”; outras deixam as duas para o 3º ano. A BNCC pede primeiro cálculo mental e estratégias pessoais, e cada escola escolhe o momento do algoritmo. Mostramos as duas contas, passo a passo, no tema Adição e subtração.
Multiplicação e divisão
- Multiplicar por 2, 3, 4 e 5 como adição de parcelas iguais, com desenhos e material: 4 × 5 = 5 + 5 + 5 + 5 = 20.
- O dobro e o triplo: o dobro de 7 é 14 (7 + 7, ou 2 × 7), e o triplo de 5 é 15 (5 + 5 + 5, ou 3 × 5).
- A metade e a terça parte, repartindo em 2 ou em 3 partes iguais: a metade de 14 balas é 7, e a terça parte de 15 figurinhas é 5.
- Resolver e criar problemas com essas ideias, com a ajuda de desenhos, tampinhas ou palitos.
Muitas escolas aproveitam para começar a tabuada do 2, do 3, do 4 e do 5 (às vezes, também a do 10), mas construída com desenhos e somas, sem a cobrança de decorar. A divisão propriamente dita, com o sinal ÷ e com resto, fica para o 3º ano, e a tabuada completa costuma ficar pronta entre o 3º e o 4º ano. A metade e a terça parte também são as primeiras ideias de frações, por enquanto só com palavras.
Álgebra: sequências e padrões
Sim, existe álgebra no 2º ano, mas sem letras: é perceber regularidades e explicar a regra.
- Montar sequências a partir de qualquer número, seguindo uma regra, para a frente e para trás: 5, 10, 15, 20… ou 100, 90, 80, 70…
- Descrever com palavras o padrão de uma sequência: em 13, 16, 19, 22, a regra é “somar 3”.
- Descobrir o que falta: em 30, 27, 24, __, 18, o número que falta é 21. Numa sequência de figuras como triângulo, círculo, círculo, triângulo, círculo, círculo…, a próxima é um triângulo.
Geometria e figuras
- Localizar pessoas e objetos usando pontos de referência e indicar mudanças de direção e de sentido: “siga em frente até a quadra e vire à direita”.
- Esboçar trajetos e plantas simples: o caminho de casa até a escola, a planta da sala de aula.
- Reconhecer, nomear e comparar o cubo, o bloco retangular, a pirâmide, o cone, o cilindro e a esfera, ligando cada um a objetos do dia a dia: o dado é um cubo, a caixa de sapato é um bloco retangular, a lata de achocolatado é um cilindro, a casquinha de sorvete é um cone e a bola é uma esfera.
- Reconhecer o círculo, o quadrado, o retângulo e o triângulo, mesmo desenhados em posições diferentes, e encontrá-los nos sólidos: cada face do dado é um quadrado.
Medidas
- Comprimento: primeiro com palmos, passos e pés, para perceber que cada pessoa encontra uma medida diferente; depois com as unidades padronizadas, o metro, o centímetro e o milímetro, usando régua e fita métrica. Muitos livros já mostram que 1 metro tem 100 centímetros e 1 centímetro tem 10 milímetros.
- Capacidade e massa com litro, mililitro, grama e quilograma: a garrafa de suco tem 1 L, e a caixinha, 200 mL; o pacote de feijão tem 1 kg, e o de macarrão, 500 g.
- Estimar antes de medir: “essa mesa tem mais de 1 metro ou menos?” Depois, conferir com a fita métrica.
Ver as horas e o calendário
- Usar o calendário para contar quantos dias ou semanas há entre duas datas e organizar a agenda: se hoje é 2 de outubro, faltam 10 dias para o Dia das Crianças, em 12 de outubro.
- Medir quanto tempo dura uma atividade com o relógio digital, anotando o horário do início e o do fim: se o relógio marca 9:00 quando a aula de educação física começa e 9:50 quando termina, ela durou 50 minutos.
- Em muitos livros, também as horas exatas e as meias horas no relógio de ponteiros: quando o ponteiro grande aponta para o 6, é “e meia”, como em “três e meia”. A leitura completa do relógio de ponteiros chega no 3º ano.
Dinheiro
- Saber que moedas e cédulas podem ser trocadas umas pelas outras: uma cédula de R$ 10 vale o mesmo que duas de R$ 5 ou cinco de R$ 2, e R$ 1 vale o mesmo que duas moedas de 50 centavos, quatro de 25 centavos ou dez de 10 centavos.
- Formar a mesma quantia de jeitos diferentes: R$ 7 pode ser uma cédula de R$ 5 e uma de R$ 2, ou três cédulas de R$ 2 e uma moeda de R$ 1.
- Usar essas trocas em situações do dia a dia, como pagar o lanche na cantina ou o pão na padaria.
Um detalhe que as crianças adoram: cada cédula traz um animal da fauna brasileira. A tartaruga-marinha está na de R$ 2, a garça na de R$ 5, a arara na de R$ 10, o mico-leão-dourado na de R$ 20, a onça-pintada na de R$ 50, a garoupa na de R$ 100 e o lobo-guará na de R$ 200.
Gráficos e tabelas
- Classificar acontecimentos do dia a dia como “muito prováveis”, “pouco prováveis”, “improváveis” ou “impossíveis”: num saquinho com 9 balas de morango e 1 de uva, tirar uma de morango sem olhar é muito provável, e tirar a de uva é pouco provável. Tirar um 7 num dado comum, de 1 a 6, é impossível.
- Ler e comparar informações em tabelas de dupla entrada e em gráficos de colunas ou de barras.
- Fazer uma pesquisa com a turma, com até 30 respostas (a fruta preferida, o bicho de estimação, o jeito de ir para a escola), e organizar os resultados em listas, tabelas e gráficos de colunas.
| Fruta preferida | 2º A | 2º B |
|---|---|---|
| Banana | 8 | 6 |
| Maçã | 5 | 9 |
| Manga | 12 | 10 |
Numa tabela de dupla entrada, cada número fica no cruzamento de uma linha com uma coluna: aqui, 9 crianças do 2º B preferem maçã. Somando as duas turmas, a manga ganha, com 12 + 10 = 22 votos, e a banana e a maçã empatam, com 14 votos cada uma.
No fim do 2º ano, a maioria das crianças consegue…
- ler, escrever e comparar números até 1.000 e dizer quanto vale cada algarismo
- decompor um número em centenas, dezenas e unidades, como 347 = 300 + 40 + 7
- usar os fatos básicos da adição e da subtração sem contar nos dedos
- somar e subtrair números de até três algarismos com estratégias próprias e, em muitas escolas, com a conta armada
- multiplicar por 2, 3, 4 e 5 somando parcelas iguais
- calcular o dobro, a metade, o triplo e a terça parte de números pequenos
- continuar uma sequência e explicar qual é a regra
- medir com a régua em centímetros e reconhecer o litro, o mililitro, o grama e o quilograma
- contar dias no calendário e medir quanto tempo algo dura com um relógio digital
- trocar moedas e cédulas e formar a mesma quantia de jeitos diferentes
- ler uma tabela de dupla entrada e um gráfico de colunas
Palavras que a criança ouve na escola
| Palavra | O que quer dizer |
|---|---|
| Unidade, dezena, centena | As três ordens de um número de três algarismos: 352 tem 3 centenas, 5 dezenas e 2 unidades. |
| Algarismo | Cada um dos símbolos de 0 a 9 com que escrevemos os números: 352 tem três algarismos. |
| Valor posicional | Quanto um algarismo vale pelo lugar em que está: em 352, o 3 vale 300, e o 5 vale 50. |
| Antecessor, sucessor | O número que vem logo antes e o que vem logo depois: o antecessor de 200 é 199, e o sucessor é 201. |
| Par, ímpar | Uma quantidade par pode ser separada em duplas sem sobrar nada; numa ímpar, sobra sempre um. Os números pares terminam em 0, 2, 4, 6 ou 8. |
| Fatos básicos | As somas e subtrações com números pequenos que a criança vai guardando na memória: 7 + 6 = 13, então 13 − 6 = 7. |
| Conta armada | A conta escrita um número embaixo do outro, unidade embaixo de unidade, dezena embaixo de dezena. |
| “Vai um”, “empresta um” | As trocas da conta armada: 10 unidades viram 1 dezena (na adição), ou 1 dezena vira 10 unidades (na subtração). |
| Parcelas iguais | Os números que se somam numa adição, quando são todos iguais: 5 + 5 + 5 são três parcelas iguais a 5, ou seja, 3 × 5. |
| Dobro, triplo | Duas vezes e três vezes uma quantidade: o dobro de 6 é 12, e o triplo de 6 é 18. |
| Metade, terça parte | O resultado de repartir em 2 e em 3 partes iguais: a metade de 12 é 6, e a terça parte de 12 é 4. |
| Sequência, regularidade | Uma lista de números ou figuras que segue uma regra, como 3, 6, 9, 12 (de 3 em 3). |
| Tabela de dupla entrada | Uma tabela com linhas e colunas, em que cada dado está no cruzamento de uma linha com uma coluna. |
| Gráfico de colunas, gráfico de barras | Gráficos em que o tamanho de cada retângulo mostra uma quantidade: em pé, são colunas; deitados, são barras. |
Tem prova no 2º ano?
Na escola, a avaliação acontece ao longo do ano: atividades em sala, lição de casa e provas, com o resultado no boletim a cada bimestre ou trimestre. No 2º ano, em muitas redes, o boletim ainda é um parecer descritivo, um texto da professora sobre o que a criança já sabe e o que ainda está aprendendo, no lugar das notas; outras dão notas ou conceitos. Como estes são os anos da alfabetização, muitas redes também evitam reprovar nessa fase. As regras dependem da rede, então vale perguntar na reunião de pais.
O 2º ano é também um dos anos do Saeb, a avaliação nacional organizada pelo Inep. Ele acontece a cada dois anos (a edição mais recente foi em outubro e novembro de 2025), com provas de língua portuguesa e de matemática. No 2º ano, só uma amostra de escolas públicas e particulares, sorteadas, faz a prova: se a escola do seu filho não for sorteada, a turma dele não participa. O Saeb avalia o ensino no país, e não cada criança: ninguém recebe nota, e ele não conta para o boletim nem para passar de ano. As regras das próximas edições podem mudar; se a turma for participar, a escola avisa.
Muitos estados também têm a sua própria avaliação, como o SARESP, em São Paulo, e o SPAECE, no Ceará, e em alguns deles o 2º ano participa. E, se a escola se inscrever, as crianças podem fazer a OBMEP Mirim, a olimpíada de matemática dos anos iniciais, que é opcional: o nível Mirim 1 é para o 2º e o 3º ano. Não existe prova nacional de tabuada. Explicamos tudo com calma no guia sobre as provas de matemática.
Como ajudar em casa
- Conte de 2 em 2, de 5 em 5 e de 10 em 10 com a criança. Subindo a escada, pulando corda ou esperando o ônibus. Depois, de trás para a frente: 50, 45, 40, 35… Contar assim prepara a tabuada; tem mais ideias em como praticar a tabuada.
- Deixe a criança pagar. Na padaria ou na feira, peça que ela separe as moedas e as cédulas e confira o troco: “três pães de queijo a R$ 2,00 cada: quanto dá? E se a gente pagar com uma nota de R$ 10?” (Dá R$ 6,00, e o troco é de R$ 4,00.)
- Dobre a receita. Fazendo brigadeiro para um aniversário: “a receita rende 20 brigadeiros. Se a gente fizer o dobro, quantos vão ser? E se fizer só a metade?” (40 e 10.)
- Use o relógio do celular ou do micro-ondas. “O celular marcava 7:10 quando saímos de casa e 7:25 quando chegamos à escola. Quanto tempo levamos?” (15 minutos.)
- Faça um material dourado caseiro. Palitos de picolé amarrados de 10 em 10 com um elástico viram dezenas, e 10 dezenas amarradas juntas viram uma centena. Peça para a criança montar 132: 1 centena, 3 dezenas e 2 palitos soltos.
- Marque datas no calendário. Aniversários, a festa junina, as férias de julho: quantos dias faltam? E quantas semanas?
- Meça a casa com a criança. Com régua e fita métrica: o comprimento da cama, a largura da porta, o palmo de cada pessoa da família. Quem tem o maior palmo?
Mais ideias em a matemática do dia a dia e em como ajudar com a matemática em casa.
Quando seu filho fizer uma conta armada com “vai um”, pergunte quanto vale aquele 1 pequeno. Em 158 + 136, as unidades dão 14: o 4 fica embaixo e o 1 vai para a coluna das dezenas, porque vale 1 dezena, ou seja, 10. Dizer “vai uma dezena” em vez de só “vai um” mantém o valor posicional na cabeça da criança e ajuda a perceber quando algo saiu errado. E, se a turma ainda não começou a conta armada, não precisa adiantar: deixe a criança resolver do jeito dela e explicar como pensou.
O desafio da IndieCada abelha tem 4 asas e 6 patas. A abelha Indie e duas amigas pousaram numa flor. Quantas asas e quantas patas há na flor? Ver a resposta
Há 12 asas e 18 patas, 30 ao todo. A Indie e as duas amigas são 3 abelhas. Asas: 4 + 4 + 4 = 12, ou seja, 3 × 4 = 12. Patas: 6 + 6 + 6 = 18, ou seja, 3 × 6 = 18. Juntando tudo, 12 + 18 = 30. Para conferir de outro jeito: cada abelha tem 4 + 6 = 10 asas e patas, e 3 abelhas têm 10 + 10 + 10 = 30.
Atividades grátis para o 2º ano
Imprima para praticar em casa ou na sala de aula. Cada atividade traz as respostas na segunda página.
Sequências até 1001º ano, 2º ano · Contando de 1 em 1, de 2 em 2, de 5 em 5 e de 10 em 10Baixar PDF
Dezenas e unidades1º ano, 2º ano · Decomponha números de dois algarismosBaixar PDF
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Pares que formam 201º ano, 2º ano · Os fatos básicos do 20Baixar PDF
Adição e subtração até 201º ano, 2º ano · Contas misturadas até 20Baixar PDF
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Contar moedas2º ano, 3º ano · Somando as moedas do realBaixar PDF
Ler um gráfico de colunas2º ano, 3º ano · Pesquisa da fruta preferidaBaixar PDFPerguntas rápidas
A BNCC prevê a multiplicação por 2, 3, 4 e 5 entendida como soma de parcelas iguais, e não a tabuada decorada. Muitas escolas começam a montar a tabuada do 2, do 3, do 4 e do 5 (e a do 10) neste ano, com desenhos e materiais. A tabuada completa, até 10 × 10, costuma ficar pronta entre o 3º e o 4º ano.
É normal, principalmente no começo do ano e nas somas que passam de 10. A ideia é que, ao longo do ano, os fatos básicos fiquem na memória. Duas estratégias ajudam muito: completar a dezena (8 + 5 = 8 + 2 + 3 = 13) e usar os dobros (6 + 6 = 12, então 6 + 7 = 13). Veja o nosso guia dos fatos básicos até 20.
Não. No 2º ano, o Saeb é aplicado a cada dois anos e só numa amostra de escolas sorteadas, públicas e particulares. Ele não dá nota para a criança e não conta para o boletim; serve para acompanhar o ensino no país. Se a escola for sorteada, ela avisa as famílias.
Depende da escola. Algumas começam no 2º ano; outras deixam para o 3º, depois de bastante cálculo mental e decomposição de números, como a BNCC pede. Pergunte à professora como a turma faz antes de ensinar o seu jeito em casa: misturar dois métodos costuma confundir. Contamos mais em como a matemática é ensinada hoje.
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