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Guia do ano escolar
Matemática no 3º ano: o que seu filho aprende (8 a 9 anos)
O 3º ano é o ano das crianças de 8 a 9 anos: em 2026, estão nele as nascidas entre abril de 2017 e março de 2018. É o terceiro dos anos iniciais do Ensino Fundamental (o que muita gente ainda chama de “Fundamental I”) e, em matemática, um ano de virada. Depois do 1º e do 2º ano, em que o grande foco foi a alfabetização, os números chegam a 9.999, a multiplicação ganha força, aparece a divisão com resto e a criança aprende a ler o relógio de ponteiros.
O que as crianças estão aprendendo no 3º ano
No 2º ano, os números iam até a casa das centenas. Agora chega uma quarta ordem, a unidade de milhar: 4.352 tem 4 unidades de milhar, 3 centenas, 5 dezenas e 2 unidades, ou seja, 4.000 + 300 + 50 + 2. Entender quanto vale cada algarismo pela sua posição é o que faz a conta armada funcionar, por isso o ano tem muito quadro de ordens (UM, C, D, U) e material dourado, agora com o cubo grande, que vale 1.000.
O outro grande assunto é a multiplicação e a divisão. A criança multiplica em grupos iguais e em linhas e colunas, divide repartindo e agrupando, descobre que às vezes sobra alguma coisa (o resto) e, em muitas escolas, arma a sua primeira divisão na chave. Ao mesmo tempo, a conta armada com “vai um” e “empresta um” se firma, as horas passam a ser lidas no relógio de ponteiros e os rótulos das embalagens viram material de aula, com litros, mililitros, gramas e até miligramas.
O que a BNCC prevê para o 3º ano
A BNCC (Base Nacional Comum Curricular) vale para todas as escolas do país, públicas e particulares, e lista as habilidades de matemática ano a ano. Para o 3º ano são 28, de EF03MA01 a EF03MA28, organizadas em cinco unidades temáticas. Cada estado ou município monta o seu currículo em cima dela, e cada escola faz o seu planejamento, quase sempre com um livro didático. Abaixo está o que a BNCC pede e o que os livros costumam trazer; se o caderno do seu filho ou da sua filha seguir outra ordem, vale o que a escola combinou.
Números e valor posicional
- Ler, escrever e comparar números até 9.999, com algarismos e por extenso: 6.085 se lê “seis mil e oitenta e cinco”.
- Compor e decompor números de quatro algarismos de vários jeitos: 4.352 = 4.000 + 300 + 50 + 2, mas também 4.352 = 4.000 + 352 ou 43 centenas e 52 unidades.
- Comparar e ordenar com os sinais < e >: 3.099 < 3.100. O sucessor de 2.999 é 3.000, e o antecessor de 5.000 é 4.999.
- Localizar números na reta numérica e ver a adição como um passo para a direita e a subtração como um passo para a esquerda.
- Em muitas escolas, a criança começa aqui a arredondar para a dezena ou a centena mais próxima, para fazer estimativas: 4.352 arredondado para a dezena dá 4.350 e, para a centena, 4.400.
Adição e subtração
- Usar os fatos básicos da adição (os pares que formam 10, os dobros) no cálculo mental e na conta escrita.
- Calcular de cabeça somando dezenas e centenas inteiras: 465 + 30 = 495 e 465 + 300 = 765.
- A conta armada com “vai um” (347 + 285 = 632) e com “empresta um” (532 − 178 = 354), também com quatro algarismos: 2.475 + 1.388 = 3.863.
- Estimar antes de calcular (2.475 + 1.388 dá perto de 2.500 + 1.400 = 3.900) e conferir com a prova real: se 532 − 178 = 354, então 354 + 178 tem que dar 532.
- Resolver e inventar situações-problema com os seis sentidos da adição e da subtração: juntar, acrescentar, separar, retirar e, novos neste ano, comparar e completar. Comparar: Alice tem 75 figurinhas e Miguel tem 48; Alice tem 75 − 48 = 27 a mais. Completar: o álbum tem 600 espaços e Heitor já colou 450; faltam 600 − 450 = 150.
“Empresta um” é como a criança chama essa troca: em 532 − 178, 2 menos 8 não dá, então ela pega 1 dezena do 3, que vira 2, e fica com 12 unidades; 12 menos 8 é 4. Os livros chamam isso de subtração com reagrupamento. Se você aprendeu de outro jeito, pergunte à professora como a turma faz antes de ensinar em casa; explicamos as diferenças em como a matemática é ensinada hoje.
Multiplicação e divisão
- Os fatos básicos da multiplicação e os problemas de multiplicar por 2, 3, 4, 5 e 10, com grupos iguais e com a disposição retangular (coisas arrumadas em linhas e colunas): 4 fileiras de 5 carteiras são 4 × 5 = 20 carteiras.
- Multiplicar por 10: 7 × 10 = 70 e 23 × 10 = 230.
- Dividir um número por outro de até 10 nos dois sentidos da divisão: repartir (20 balas para 4 crianças, 5 para cada uma) e medir, ou seja, ver quantas vezes um número cabe no outro (20 balas em saquinhos de 4, 5 saquinhos).
- Divisões com resto zero (a divisão exata: 20 ÷ 4 = 5) e com resto diferente de zero (23 ÷ 5 dá 4, e sobram 3).
- Os nomes de cada parte: fatores e produto na multiplicação; dividendo, divisor, quociente e resto na divisão.
- Em muitas escolas, a multiplicação armada por um algarismo (23 × 4 = 92, porque 20 × 4 + 3 × 4 = 80 + 12) e a divisão na chave por um algarismo. A tabuada do 6 ao 9 costuma começar neste ano e ser completada entre o 3º e o 4º ano.
Na divisão na chave, o dividendo fica à esquerda, o divisor dentro da “chave” e o quociente embaixo do divisor. No começo, as crianças escrevem todas as subtrações (o processo longo). Davi tem 58 figurinhas repetidas e quer dividi-las igualmente entre 4 amigos. A conversa da conta é esta: “5 dividido por 4 dá 1; uma vez 4, 4; para 5, sobra 1. Baixo o 8: 18 dividido por 4 dá 4; 4 vezes 4, 16; para 18, sobram 2.”
Para conferir, a criança faz a prova real da divisão: o divisor vezes o quociente, mais o resto, tem que dar o dividendo. Aqui, 4 × 14 + 2 = 56 + 2 = 58.
Frações
- A metade, a terça parte, a quarta parte, a quinta parte e a décima parte de uma quantidade, como resultado de uma divisão exata por 2, 3, 4, 5 e 10: a metade de 18 é 9, a terça parte de 12 é 4, a quarta parte de 20 é 5, a quinta parte de 15 é 3 e a décima parte de 30 é 3.
- Partes iguais de um inteiro, com coisas de verdade: uma pizza cortada em 8 pedaços tem 4 pedaços na metade e 2 na quarta parte.
No 3º ano, a criança ainda fala com palavras (“a terça parte de 12 é 4”). A escrita com numerador e denominador, como ⅓, costuma aparecer no 4º ano.
Dinheiro
- Comparar valores e trocar quantias equivalentes: uma cédula de R$ 20, a do mico-leão-dourado, vale 2 de R$ 10, 4 de R$ 5 ou 10 de R$ 2. E R$ 1 são 100 centavos: duas moedas de 50 centavos ou quatro de 25.
- Resolver e inventar problemas de compra e venda: na papelaria, um caderno custa R$ 15,00 e um estojo, R$ 12,00. A compra dá R$ 27,00 e, pagando com uma cédula de R$ 50, o troco é de R$ 23,00.
Medidas
- Perceber que a medida depende da unidade: medida com o palmo da criança, a mesa dá mais palmos do que medida com o palmo de um adulto. Daí a importância das unidades padronizadas, como o metro.
- Escolher a unidade e o instrumento certos: a régua para o caderno, a fita métrica para a porta, a balança para as frutas.
- Medir e comparar comprimentos em metros, centímetros e milímetros, e perceber que 1 m tem 100 cm e 1 cm tem 10 mm.
- Ler capacidades e massas em rótulos e embalagens: L e mL na garrafa de suco (1 L = 1.000 mL), kg e g no pacote de arroz (1 kg = 1.000 g) e mg, que aparece, por exemplo, na tabela de informação nutricional.
- Comparar áreas colocando uma figura em cima da outra, para ver qual cobre mais espaço.
Ver as horas
- Ler as horas no relógio de ponteiros e no digital: 9h45 é “quinze para as dez”, e 15h30 é “três e meia da tarde”. Aos poucos, lê também horários como “três e vinte” (3:20) ou “vinte para as quatro” (3:40).
- Registrar o início, o fim e a duração de uma atividade: se a aula de natação começa às 14h15 e termina às 15h, ela dura 45 minutos.
- Relacionar as unidades de tempo: 1 hora tem 60 minutos, e 1 minuto tem 60 segundos. Meia hora são 30 minutos.
Geometria e figuras
- Descrever caminhos e posições num croqui (um desenho simples do trajeto de casa até a escola, por exemplo) e numa maquete.
- Reconhecer figuras espaciais em objetos do dia a dia (a lata é um cilindro, o chapéu de festa é um cone) e relacionar prismas, pirâmides, cilindros e cones às suas planificações, o desenho que aparece quando se desmonta uma caixa e ela fica plana. Um cubo tem 6 faces, 12 arestas e 8 vértices, e a sua planificação tem 6 quadrados.
- Classificar formas geométricas planas pelos lados e pelos vértices: triângulo, quadrado, retângulo, trapézio e paralelogramo.
- Reconhecer figuras congruentes (com a mesma forma e o mesmo tamanho) desenhando-as na malha quadriculada.
Gráficos e tabelas
- Listar todos os resultados possíveis de um jogo ou de um sorteio e dizer quais têm mais chance de acontecer. Num dado, são 6 resultados, e tirar um número maior que 1 é bem mais provável do que tirar o 6. Num saquinho com 7 bolinhas azuis e 2 vermelhas, é mais provável tirar uma azul.
- Ler e interpretar tabelas de dupla entrada, gráficos de colunas (verticais) e gráficos de barras (horizontais), usando expressões como “maior frequência” e “menor frequência”.
- Fazer uma pesquisa com a turma, com até 50 respostas, organizar os dados numa tabela e num gráfico e contar o que eles mostram.
Sequências e igualdade
- Descobrir a regra de uma sequência em que se soma ou se subtrai sempre o mesmo número, e continuá-la: 5, 12, 19, 26… soma 7 (o próximo é 33); 50, 46, 42, 38… tira 4 (o próximo é 34).
- A ideia de igualdade: contas diferentes podem dar o mesmo resultado, como 9 + 6 = 10 + 5 ou 15 − 7 = 18 − 10. É o começo da álgebra, sem nenhuma letra.
Cálculo mental
A BNCC pede, ao longo de todo o ano, estratégias de cálculo mental ao lado da conta escrita. As mais úteis no 3º ano: somar 9 é somar 10 e tirar 1 (67 + 9 = 76); subtrair 29 é subtrair 30 e devolver 1 (63 − 29 = 34); e multiplicar por 4 é calcular o dobro do dobro (4 × 7: o dobro de 7 é 14, e o dobro de 14 é 28). Há muitas outras no nosso guia de estratégias de cálculo mental.
No fim do 3º ano, a maioria das crianças consegue…
- ler, escrever, comparar e decompor números até 9.999
- somar e subtrair com a conta armada, com “vai um” e “empresta um”, e conferir com a prova real
- usar a tabuada do 2, do 3, do 4, do 5 e do 10, e as divisões que vêm junto
- dividir repartindo e formando grupos, e dizer quanto sobra, como em 23 ÷ 5 = 4, resto 3
- calcular a metade, a terça, a quarta, a quinta e a décima parte de uma quantidade
- fazer trocas com cédulas e moedas e calcular o troco de uma compra
- medir em metros, centímetros e milímetros, e ler L, mL, kg e g nas embalagens
- ler as horas no relógio de ponteiros e no digital, e calcular quanto tempo dura uma atividade
- reconhecer o trapézio e o paralelogramo e ligar um sólido à sua planificação
- ler uma tabela de dupla entrada e um gráfico de colunas ou de barras
Vocabulário importante
| Palavra | O que quer dizer |
|---|---|
| Unidade de milhar (UM) | A quarta ordem, contando da direita: em 4.352, o 4 está na casa da unidade de milhar e vale 4.000. |
| Quadro de ordens | A tabela com as colunas UM, C, D e U, onde cada algarismo ocupa a sua casa. |
| Vai um | Quando uma coluna da adição passa de 9: 10 unidades viram 1 dezena, que “vai” para a coluna da esquerda. Os livros chamam de reagrupamento ou reserva. |
| Empresta um | Na subtração, trocar 1 dezena por 10 unidades (ou 1 centena por 10 dezenas) quando o algarismo de cima é menor. |
| Fatores, produto | Os números que se multiplicam e o resultado: em 4 × 5 = 20, 4 e 5 são os fatores e 20 é o produto. |
| Dividendo, divisor, quociente, resto | Em 58 ÷ 4: 58 é o dividendo, 4 é o divisor, 14 é o quociente e 2 é o resto. |
| Disposição retangular | Objetos arrumados em linhas e colunas iguais, como as carteiras da sala ou os ovos de uma bandeja. |
| Terça parte, quarta parte | O resultado de dividir em 3 ou em 4 partes iguais: a terça parte de 12 é 4. |
| Planificação | A figura plana que se obtém ao “abrir” um sólido geométrico, como uma caixa desmontada. |
| Frequência | Quantas vezes uma resposta aparece numa pesquisa. |
Tem prova no 3º ano?
No 3º ano não há avaliação nacional. O Saeb, a avaliação nacional do Inep, acontece a cada dois anos e olha para o 2º ano (na edição de 2025, só numa amostra de escolas) e para o 5º ano. Ao longo do ano, quem avalia é a escola: provas, trabalhos, lição de casa e a participação em sala, a cada bimestre ou trimestre. O boletim pode trazer notas de 0 a 10, conceitos ou um parecer descritivo, conforme a rede, e quem precisa de ajuda pode ter reforço escolar e recuperação. Também não existe prova nacional de tabuada: quem acompanha é a professora.
Alguns estados têm avaliações próprias, e os anos avaliados mudam de um estado para outro. E, se a escola se inscrever, o 3º ano pode participar da OBMEP Mirim, a olimpíada de matemática dos anos iniciais, no nível Mirim 1 (2º e 3º ano). É opcional, acontece no segundo semestre e pede mais raciocínio do que conta. Explicamos tudo no guia sobre as provas de matemática.
Como ajudar em casa
- Tabuada um pouco por dia. Cinco minutos no caminho da escola valem mais do que uma hora no domingo. Pergunte fora de ordem (“quanto é 4 × 7?”) e também ao contrário (“28 dividido por 4?”). Há ideias e jogos no guia Como aprender a tabuada.
- Divida de verdade. “Sobraram 30 brigadeiros da festa para 4 pessoas. Quantos ficam para cada uma? Sobra algum?” (7 para cada uma, e sobram 2.)
- Relógio de ponteiros em casa. Pergunte as horas olhando para um relógio de ponteiros e calcule durações juntos: “O desenho começa às 16h40 e termina às 17h15. Quanto tempo dura?” (35 minutos.)
- Leia os rótulos no mercado. Procure L, mL, kg e g nas embalagens e compare: “Duas latinhas de 350 mL dão mais ou menos do que uma garrafa de 1 L?” (Menos: dão 700 mL, e 1 L tem 1.000 mL.)
- Deixe pagar na padaria. Dê o dinheiro e peça que a criança calcule o troco antes de recebê-lo.
Há muitas outras ideias no guia A matemática do dia a dia.
Quando seu filho fizer uma conta com “vai um”, pergunte quanto vale aquele 1 que subiu. Em 347 + 285, as unidades dão 7 + 5 = 12: fica 2 e vai um. Esse 1 é 1 dezena, ou seja, 10. Nas dezenas, 4 + 8 + 1 = 13 dezenas: fica 3 e vai 1 centena. Nas centenas, 3 + 2 + 1 = 6, e o resultado é 632. Dizer “vai 1 dezena” em vez de só “vai um” mantém o valor posicional na cabeça da criança e ajuda a encontrar os erros.
O desafio da IndieAs abelhas da colmeia da Indie enchem 5 potes de mel por dia. Depois de 7 dias, a Indie divide todos os potes igualmente entre 4 amigas e fica com os que sobrarem. Quantos potes cada amiga recebe? E quantos ficam com a Indie? Ver a resposta
Cada amiga recebe 8 potes, e 3 potes ficam com a Indie. Primeiro, 7 × 5 = 35 potes em 7 dias. Depois, 35 ÷ 4: pela tabuada do 4, 4 × 8 = 32 e 4 × 9 = 36, que já passa de 35. Então o quociente é 8 e sobram 35 − 32 = 3. Prova real: 4 × 8 + 3 = 32 + 3 = 35.
Atividades grátis para o 3º ano
Imprima para praticar em casa ou na sala de aula. Cada atividade traz as respostas na segunda página.
Centenas, dezenas e unidades2º ano, 3º ano · Valor posicional até 999Baixar PDF
Arredondar números3º ano, 4º ano · Para a dezena, a centena e o milhar mais próximosBaixar PDF
Conta armada de adição2º ano, 3º ano · Números de três algarismos, com “vai um”Baixar PDF
Conta armada de subtração2º ano, 3º ano · Números de três algarismos, com “empresta um”Baixar PDF
Tabuada do 2, do 5 e do 102º ano, 3º ano · Contas salteadasBaixar PDF
Tabuada do 3, do 4 e do 83º ano, 4º ano · Contas salteadasBaixar PDF
Divisões com a tabuada3º ano, 4º ano · Use a tabuada para dividirBaixar PDF
Conta armada de multiplicação3º ano, 4º ano · Números de três algarismos vezes um algarismoBaixar PDF
E quinze, e meia e quinze para2º ano, 3º ano · Leia os relógios de ponteirosBaixar PDF
As horas de 5 em 5 minutos3º ano, 4º ano · Leia os relógios de ponteirosBaixar PDF
Contar moedas2º ano, 3º ano · Somando as moedas do realBaixar PDF
Quanto é o troco?3º ano, 4º ano · Pagando com R$ 2, R$ 5 e R$ 10Baixar PDF
Figuras planas3º ano, 4º ano, 5º ano · Nomes, lados e vérticesBaixar PDF
Ler um gráfico de colunas2º ano, 3º ano · Pesquisa da fruta preferidaBaixar PDFPerguntas rápidas
A BNCC prevê os fatos básicos da multiplicação e problemas de multiplicar por 2, 3, 4, 5 e 10, e as divisões que vêm junto. Muitas escolas começam também a tabuada do 6 ao 9 neste ano, e a tabuada completa, até 10 × 10, costuma ser fechada entre o 3º e o 4º ano. As tabuadas do 11 e do 12 não costumam ser cobradas nos anos iniciais.
É o jeito de armar a divisão usado no Brasil: o dividendo à esquerda, o divisor à direita dentro da chave (uma linha em pé e outra deitada embaixo dele) e o quociente embaixo do divisor. No 3º ano, a BNCC prevê divisores até 10, e na chave a criança costuma dividir por números de um algarismo. Primeiro ela escreve todas as subtrações (processo longo) e, depois, só o que sobra (processo breve). Mostramos passo a passo no tema Multiplicação e divisão.
Ainda não como conteúdo. O terreno é preparado com o dinheiro (R$ 1 vale 100 centavos) e com a décima parte. Os décimos e os centésimos chegam no 4º ano, ligados ao real: R$ 2,35 são 2 reais e 35 centavos.
Para fatos novos, como a tabuada do 7, contar nos dedos ou de 7 em 7 é normal. Mas, se seu filho ainda conta quase todas as somas de um em um, como 8 + 5, vale voltar aos pares que formam 10 e ao completar a dezena (8 + 2 = 10, e mais 3 dá 13), um pouco por dia. Converse também com a professora, que vê a criança em ação.
Pratique com a Indie
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